terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Lista de municípios fronteiriços do Brasil (Wikipédia} - Painel do Coronel Paim h

Lista de municípios fronteiriços do Brasil (Wikipédia} - Painel do Coronel Paim

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Bom Dia, Parará (Vídeo)

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Jornais do Paraná (Painel do Coronel Paim)

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Professores da rede estadual iniciam greve no PR por tempo indeterminado


Categoria afirma que governador Beto Richa (PSDB) não cumpriu acordo. 
Mais de 1 milhão de alunos estão matriculados na rede estadual de ensino.

Adriana JustiDo G1 PR









Professores e funcionários da rede estadual de ensino do Paraná iniciaram uma paralisação por tempo indeterminado a partir deste segunda-feira (17). Com a paralisação, aproximadamente um milhão de estudantes devem ficar sem aula. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP- Sindicato), a greve deve reunir todo o efetivo da categoria – aproximadamente 40 mil funcionários.
De acordo com o presidente da APP, Hermes Leão, "um dos principais motivos que levou à paralisação da categoria foi o fato de o governador Beto Richa (PSDB) ter voltado atrás no compromisso de pagamento da data-base da categoria para janeiro de 2017".
"O governo do Paraná já debateu conosco, já se comprometeu e não vem sustentando suas promessas, inclusive com a proposta de retirar a nossa data-base. Somos a categoria com os mais baixos salários. Será uma greve forte nas mais de duas mil escolas do Estado do Paraná", reforça Hermes Leão.
A emenda que altera o pagamento dos servidores foi apresentada por Richa na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) no dia 3 de outubro e começou a ser analisada pela comissão de orçamento. No dia 11 de outubro o governo encaminhou para a Alep um oficio parando a tramitação da emenda.
Três dias depois, o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PSB), que é líder do governo na Assembleia, afirmou que a tramitação fica suspensa até que termine a votação, no Senado Federal, da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241. A medida estabelece um teto para o crescimento das despesas públicas e já foi aprovada em primeiro turno. 
Os professores da rede estadual também exigem a regularização do pagamento de promoções e progressões e reclamam do atraso no auxílio refeição para alguns funcionários. Eles também reivindicam a equiparação dos salários de escolas.
A penúltima greve da categoria foi realizada entre os dias 25 de abril e 9 de junho, no ano passado. Ao todo, foram 46 dias de paralisação.
Apoio às ocupações
Ao G1, Hermes Leão disse que a APP-Sindicato apoia o movimento dos estudantes que ocupam escolas do estado para protestar contra a medida provisória 746 que determina uma reforma no ensino médio no país. "Nós temos essa pauta em comum e reconhecemos o direito legítimo dos estudantes em protestar sobre o assunto", disse o presidente do sindicato.
O presidente do sindicato declarou ainda que a APP-Sindicato repudia o recesso escolar nesta semana anunciado neste domingo (16) pelo chefe da Casa Civil do governo do Paraná, Valdir Rossoni.
Segundo o último balanço divulgado pelo Movimento Ocupa Paraná, divulgado na noite de sábado (15), são 470 escolas e sete universidades ocupadas no Paraná.
As ocupações começaram no dia 3 de outubro. Veja a lista completa no site do movimento estudantil.
Entenda o acordo feito em 2015 entre o governo e os servidores
O pedido de reajuste salarial foi um dos principais entraves da greve, que ficou marcada, inclusive, por causa de um confronto entre a polícia e os servidores no Centro Cívico, em Curitiba. Desde o início, a categoria pedia aumento de 8,17%, por conta da reposição da inflação.
No entanto, a proposta que acabou sendo aprovada pelos professores previa o pagamento de 3,45% referente à inflação entre os meses de maio, quando vencia a data-base da categoria, e dezembro de 2014.
Em janeiro deste ano, os servidores receberam um novo reajuste, com a inflação acumulada em 2015. A mesma medida deveria ser tomada em janeiro de 2017, referente à inflação de 2016, mais 1%. 

Postado por Carlos PAIM

terça-feira, 10 de maio de 2016

Manifestantes pró-governo liberam rodovias federais no RS

Os manifestantes contrários ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff liberaram todas as estradas federais que eram alvo de bloqueio desde o início da manhã desta terça-feira, 10, no Rio Grande do Sul. Ao longo do dia, mais de 10 trechos tiveram o trânsito interrompido. Os atos fazem parte do Dia Nacional de Paralisações e Mobilização contra o Golpe, com eventos em diversos Estados. Os manifestantes levaram cartazes e gritaram palavras de ordem em defesa do governo federal. Em alguns pontos, houve queima de pneus.

Ao longo da manhã, as autoridades negociaram com as lideranças dos protestos para desalojar as rodovias. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF-RS), por volta do meio-dia todas as estradas federais no RS estavam liberadas. Às 14 horas, não havia nenhum novo foco de manifestação.

No início da tarde, no entanto, ainda havia pontos de mobilização em rodovias estaduais, como no km 224 da RSC-471, em Encruzilhada do Sul, e no km 380 da RSC-377, em Alegrete. De acordo com o Comando Rodoviário da Brigada Militar, neste segundo ponto estão reunidas cerca de 70 pessoas ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Há três assentamentos nas proximidades do local. Outras vias estaduais já foram liberadas.

Os protestos desta terça foram convocados pela Frente Brasil Popular e a Frente Povo sem Medo. O objetivo, de acordo com os organizadores, é chamar a atenção da sociedade sobre a possibilidade de afastamento da presidente Dilma e pressionar senadores a votarem contra a admissibilidade do processo na quarta-feira, 11.

Vários Estados

De acordo com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), há manifestações registradas em vários Estados, como Bahia, Espírito Santo, Amazonas, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Distrito Federal.

Durante a manhã, a Frente Brasil Popular, fez uma convocatória para que os manifestantes fossem às ruas. "Vai ter muita luta em defesa da democracia! O Brasil diz não contra o golpe!", diz uma mensagem postada no Facebook.

A CUT informou que os atos em todo o País são "em defesa da democracia, dos direitos trabalhistas sociais e humanos".

São Paulo

A Avenida 23 de Maio, importante via da capital paulista, foi bloqueada nos dois sentidos na altura do Terminal Bandeira, no Centro. Os manifestantes atearam fogo em madeira e pneus e liberaram a pista por volta das 8h30.

Houve também protesto na rodovia Hélio Smidt, que dá acesso ao Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, e na Marginal do Pinheiros. Os manifestantes também interditaram a Marginal do Tietê, perto da Ponte do Tatuapé, sentido Castelo Branco. Na rodovia Raposo Tavares, no sentido São Paulo, o protesto foi de um grupo é formado por estudantes que reivindicam melhorias na merenda.

Interior paulista

Reivindicações salariais misturadas a protestos contra o processo de impeachment paralisaram o transporte coletivo em 11 cidades da região de Sorocaba durante o período da manhã. Em Sorocaba, os ônibus circularam das 4 às 6 horas e foram recolhidos às garagens.

Milhares de pessoas não conseguiram chegar ao trabalho. Manifestações dos sindicatos dos motoristas e dos metalúrgicos, ligados à CUT, interromperam o trânsito nos principais corredores viários. Um dos protestos foi realizado em frente à prefeitura.

Em Tatuí e Itapetininga, o transporte urbano também foi paralisado. Nas três cidades, a previsão era de que o serviço fosse retomado entre 10 e 11 horas. O sindicatos alegam falta de atendimento às reivindicações salariais de motoristas e cobradores, mas também criticam a tentativa de afastamento da presidente Dilma.

A greve se estendeu ao transporte urbano e intermunicipal de Votorantim, São Roque, Alumínio, Mairinque, Araçoiaba da Serra, Salto de Pirapora, São Miguel Arcanjo e Itapeva.

Rio de Janeiro

Manifestantes contrários ao processo de impeachment bloquearam duas rodovias importantes do Rio, entre a madrugada e a manhã desta terça-feira. A Rodovia Rio-Santos foi fechada nos dois sentidos, por volta das 6h40, na altura do município de Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio. Segundo a PRF, os manifestantes espalharam pela pista pneus que incendiaram, na altura do quilômetro 394. Alguns portavam bandeiras da CUT. Por volta das 8 horas, a pista foi totalmente liberada.

Durante a madrugada, por volta das 4h50, os manifestantes também interditaram parcialmente a pista sentido Rio de Janeiro da Rodovia Presidente Dutra, na altura do município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Eles também atearam fogo em pneus, o que exigiu a atuação de bombeiros. A via foi totalmente liberada às 5h30. Outro grupo de manifestantes se concentrava, por volta das 9 horas, na entrada principal da Refinaria Duque de Caxias (Reduc).

Paraíba

Em João Pessoa, o bloqueio foi no quilômetro 35 da BR-230. O trânsito está totalmente interditado para quem segue paras as cidades de Campina Grande, no interior paraibano, e Natal, no Rio Grande do Norte. Os protestos também são liderados pela Frente Brasil Popular, com grupos espalhados em vários pontos da cidade.

Eles fecham ainda o acesso a trens e a empresas de ônibus coletivo. Em Campina Grande, a interdição é na rotatória da BR-230 que dá acesso à cidade.

Rio Grande do Norte

Em Natal, o serviço de ônibus foi paralisado na região metropolitana durante a manhã. De acordo com a prefeitura da capital potiguar, táxis e ônibus fretados foram autorizados a fazer lotação durante a paralisação. Manifestantes também queimaram pneus no acesso ao campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), vizinho ao viaduto na BR-101.

Pernambuco

O MST fez várias interdições no Estado, segundo a PRF. No interior, o trânsito está bloqueado nas dois sentidos das BRs 232, em Pesqueira, Agreste pernambucano, e na 101, em Goiana, na Zona da Mata. Já na Região Metropolitana do Recife, o protesto é no quilômetro 83 da BR-101, em Jaboatão dos Guararapes.

Paraná

De acordo com a PRF, manifestantes do MST interditaram a Praça de Pedágio de Witmarsum, no quilômetro 340 da BR-277, em Palmeira. No Centro de Curitiba, foram colocados diversos balões em forma de coração, com a frase "Fica querida", em defesa da presidente Dilma.

Bahia

Os manifestantes fecharam vários trechos de rodovias baianas. No quilômetro 523 da BR-324, em Feira de Santana, a via foi interditada no sentido Salvador. Na mesma rodovia, em Candeias, o protesto fechou uma pista no sentido Feira de Santana. Já em Itabuna, a interdição foi no quilômetro 508 da BR-101. Na capital baiana, movimentos sociais interditaram a Avenida Suburbana.

Mato Grosso do Sul

De acordo com a CUT, apesar da chuva que cai no Estado, a BR-267 foi interditada no início da manhã.

EM

Postado por: Ygor I. Mendes

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Chuvas voltam a provocar estragos e transtornos em todo o Paraná

Em Londrina e Maringá (norte do Estado) já choveu mais do que a média do mês de maio inteiro; em Francisco Beltrão, no sudoeste, houve queda de granizo.

As chuvas intensas que voltaram a cair sobre o Paraná durante o final de semana e nesta segunda-feira (9) deixaram um rastro de destruição e a Defesa Civil em estado de alerta. Ainda vai ser divulgado hoje um balanço da Defesa Civil sobre os prejuízos causados pelo mau tempo. Cinco minutos de chuva, com vento e granizo, foram suficientes para provocar muitos danos em Francisco Beltrão, no sudoeste do Estado. No perímetro urbano, seis árvores, placas de sinalização e outdoors foram derrubados, além do registro de prejuízos em decorrência da queda de granizo.

A queda de árvores afetou a distribuição de energia elétrica em alguns pontos da cidade, onde postes foram quebrados. Uma árvores caiu sobre um veículo, mas ninguém ficou ferido.Na zona rural do município também foram registrados prejuízos e algumas comunidades ficaram sem energia elétrica durante horas.De acordo com o Simepar (Sistema Meteorológico do Paraná) as rajadas de vento atingiram velocidade de 50 Km/h e precipitação de cerca de 20 milímetros de chuvas.

MARINGÁ
Já em Maringá, na região noroeste do Paraná, choveu em três dias mais do que a quantidade prevista para o mês inteiro. A instabilidade do tempo começou na última sexta-feira (6) e, durante o fim de semana, o Instituto Tecnológico Simepar registrou 63,4 milímetros de chuva em Maringá.As precipitações se intensificaram nesta segunda-feira (9) com 48,6 milímetros até o início da manhã. A média histórica de chuvas para Maringá em maio é de 110 milímetros e 112 já caíram nas últimas 72 horas. Em Mandaguari, uma edificação desabou, mas ninguém ficou ferido.

LONDRINA, APUCARANA E ARAPONGAS

Em Londrina, a Defesa Civil já está alerta, assim como em Apucarana e Arapongas (norte do Estado). Conforme o Simepar, entre a manhã de sábado (7) e a manhã desta segunda-feira (9) choveu 115 milímetros em Londrina, acima da média registrada historicamente em todo o mês de maio. O aeroporto Governador José Richa fechou e abriu quatro vezes das 6 horas até as 8h30 desta segunda-feira (9), o que provocou atrasos e cancelamentos de dois voos.
O Paraná vem sendo afetado seguidamente pelos danos provocados pela chuva - Foto: Foto: Foto: Júnior Dias


INSTABILIDADE CONTINUA
O meteorologista Samuel Braum, do Simepar, relatou que a instabilidade continua na terça-feira (10), com o retorno do sol na quarta-feira (11). Por causa das chuvas, as temperaturas variam pouco esta semana, com mínima de 16ºC e máxima de 21ºC.
Mais fotos em:

TVOnline
Postado por: Ygor I. Mendes

sábado, 7 de maio de 2016

Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo são denunciados por Janot na Lava Jato

O casal e mais um empresário são acusados de corrupção e lavagem.
Defesa alega que Gleisi e o marido não receberam propina do esquema.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF) em um dos processos da Operação Lava Jato a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o marido dela, o ex-ministro do Planejamento e das Comunicações Paulo Bernardo, e o empresário Ernesto Kugler, supostamente ligado ao casal.
nheiro por suposto recebimento de valores desviados da Petrobras para a campanha de Gleisi ao Senado em 2010.
Senadora de primeiro mandato, Gleisi é uma das principais defensoras da presidente Dilma Rousseff no Congresso Nacional. Ela chegou a chefiar a Casa Civil no primeiro mandato de Dilma. Atualmente, a parlamentar paranaense integra a comissão especial do impeachment no Senado.
Ex-deputado federal pelo Paraná, Paulo Bernardo comandou o Ministério do Planejamento na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 2011, quando Dilma sucedeu Lula no Palácio do Planalto, Paulo Bernardo permaneceu no governo, mas trocou de pasta, transferindo-se para o Ministério das Comunicações. Ele deixou a Esplanada dos Ministérios somente ao final do primeiro mandato de Dilma.
A denúncia agora precisa ser analisada pela Segunda Turma do Supremo. Se os magistrados decidirem receber a denúncia, Gleisi e Paulo Bernardo vão virar réus em na ação penal. O caso está tramitando no STF porque Gleisi tem foro privilegiado por ser senadora.
Janot afirma que delações premiadas da Lava Jato e provas obtidas a partir delas apontam indícios suficientes do envolvimento do trio em atos de corrupção.
Se Gleisi, Paulo Bernardo e o empresário Ernesto Kugler se tornarem réus, terá início, então, a fase de coleta de provas e testemunhos. Só depois de concluída a etapa de instrução e produção de provas é que o Supremo julgará se eles serão condenados ou absolvidos.
A acusação
Segundo o Ministério Público, Gleisi é acusada de receber R$ 1 milhão em propina do esquema de corrupção que atuava na Petrobras. A senadora petista foi citada nas delações premiadas do doleiro Alberto Yousseff e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.
Antonio Carlos Pieruccini, um novo delator da Lava Jato, disse que transportou o dinheiro, em espécie, de São Paulo para Curitiba em quatro viagens e que entregou a quantia para Ernesto Kugler, que seria próximo de Gleisi.
“Indagado acerca dos fatos constantes do anexo 01 (senadora Gleisi Hoffmann) afirmou: que, em 2010, o declarante transportou R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) de São Paulo para Curitiba, a pedido de Alberto Yousseff; que Alberto Yousseff disse que os valores se destinavam à então candidata à senadora Gleisi Hoffmann; que Alberto Yousseff disse que os valores seriam usados para o financiamento da campanha de Gleisi Hoffmann; que a conversa inicial com Alberto Yousseff ocorreu provavelmente em fevereiro ou março”, relata trecho da delação premiada de Pieruccini.
No fim de março, a senadora petista foi indiciada pela Polícia Federal PF). O indiciamento é alvo de questionamento porque o STF decidiu, em 2006, que parlamentares não podem ser indiciados pela polícia. O procurador-geral da República chegou a enviar parecer ao tribunal, em abril, pararecomendar que o indiciamento fosse arquivado.
O que disseram as defesas dos suspeitos
Por meio de nota, os advogados Rodrigo Mudrovitsch e Veronica Abdala Sterman disseram ter recebido com "inconformismo" a denúncia da senador a do PT (leia a íntegra do comunicado ao final desta reportagem). Segundo os defensores, as provas obtidas no inquérito comprovam que ela não recebeu propina do esquema de corrupção.
"[A denúncia] baseia-se apenas em especulações que não são compatíveis com o que se espera de uma acusação penal", diz trecho do comunicado.
Rodrigo Mudrovitsch e Veronica Abdala Sterman também são responsáveis pela defesa de Paulo Bernardo. Em outra nota, os criminalistas afirmaram que as referências ao ex-ministro na denúncia se baseiam em "declarações contraditórias e inverossímeis".
"Não houve qualquer envolvimento dele com os fatos narrados na denúncia. Demonstraremos isso com veemência e acreditamos que a denúncia não pode ser recebida", enfatizam os advogados na nota.
Responsável pela defesa do empresário Ernesto Kugler, o advogado Cal Garcia afirmou ao G1 que não iria comentar a denúncia da Procuradoria Geral da República.
Leia a íntegra das notas divulgadas pela defesa dos suspeitos
Nota divulgada pela defesa de Gleisi Hoffmann
É com inconformismo que recebemos a notícia de que o PGR apresentou denúncia em desfavor da senadora Gleisi Hoffmann.
Todas as provas que constam no inquérito comprovam que não houve solicitação, entrega ou recebimento de nenhum valor por parte da Senadora. A denúncia sequer aponta qualquer ato concreto cometido. Baseia-se apenas em especulações que não são compatíveis com o que se espera de uma acusação penal.
São inúmeras as contradições nos depoimentos dos delatores que embasam a denúncia, as quais tiram toda a credibilidade das supostas delações. Um deles apresentou, nada mais, nada menos, do que seis versões diferentes para esses fatos, o que comprova ainda mais que eles não existiram.
Ao apagar das luzes, depois de um ano e meio da abertura do inquérito, uma terceira pessoa aparece disposta a dizer que teria realizado a suposta entrega de valores, numa nova versão que foge de qualquer raciocínio lógico.  Vale lembrar que esta pessoa é amigo/sócio/ funcionário de Alberto Youssef, o que comprova ainda mais a fragilidade das provas e se vale do mesmo advogado de Alberto Youssef para fazer sua delação.
Rodrigo Mudrovitsch e Veronica Abdala Sterman
Nota divulgada pela defesa de Paulo Bernardo
As referências ao ex-ministro Paulo Bernardo na denúncia baseiam-se em declarações contraditórias e inverossímeis. Não houve qualquer envolvimento dele com os fatos narrados na denúncia. Demonstraremos isso com veemência e acreditamos que a denúncia não pode ser recebida.
G1GLOBO
Postado por: Ygor I. Mendes